Conheça melhor o CENTRO DE FORMAÇÃODE CONDUTORES SAEP VEJA AQUI O QUE TORNA A SAEP A EMPRESA MAIS CONCEITUADA DESTE RAMO:

 

SEBASTIÃO PIRES DE CAMARGOS

 

 

* Motorista profissional – Empresa Unida Mansur e Filhos Ltda. ( 31 anos ).
* Motorista padrão de Minas Gerais 1976.
* Vencedor de cinco prêmios Volvo, dois nacionais e três regionais, com duas viagens para a Suécia.
1989 – Prêmio Regional
1990 – Prêmio Regional
1991 – Prêmio Nacional ( Viagem para a Suécia )
1992 – Prêmio Regional
1993 – Prêmio Nacional ( Viagem para a Suécia )

 

* Curso na Suécia Safety Driving.

 

* Instrutor de curso de Direção Defensiva formado pelo SENAI. 

* Instrutor de Direção Veícular e Legislação de Trânsito pelo DETRAN-MG.
* Instrutor de curso de Geometria de Direção pela Pirelli.
* Instrutor de curso de Condução Econômica pela Mercedes – Benz.
* Instrutor de curso de MOPPE.
(Movimentação e Operação de Produtos Perigosos ) pelo SENAI.
* Criador do projeto Q.T.T. (Qualidade Total no Trânsito).
* Diretor Operacional do Centro de Formação de Condutores SAEP.

PROGRAMA VOLVO DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

   

   programa_volvo_saep 

A VOLVO completa 20 de anos de implantação do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), e Sebastião Pires de Camargos se orgulha em fazer parte desta história de sucesso do programa.

…Além disso tornou destaque nas revistas e entrevistas na mídia a respeito de segurança no trânsito.

 

Profissionais da SAEP

SAEP: credenciamento n.º 903/01, expedido pelo DETRAN/MG.
CONTAMOS COM UMA EQUIPE ALTAMENTE CAPACITADA.
INSTRUTORES E DIRETORES CREDENCIADOS (DETRAN-MG).
DIRETOR OPERACIONAL/INSTRUTOR (CURSOS):
SEBASTIÃO PIRES DE CAMARGOS – REG. 12.468.

SEBASTIÃO PIRES DE CAMARGOS

Tudo contra o acidente!

Direto da Redação do Conceituado Site “Carga Pesada” !

saepsebastiao

Para Sebastião Pires, o motorista ganha outra coragem quando entra no caminhão

Redator: LUCIANO PEREIRA

  1. Na intrigada questão do combate aos acidentes de trânsito, ainda reina a tese dos três Es. São as iniciais de Engenharia, Esforço legal (do inglês, enforcement) e Educação. Não forçosamente nesta ordem. A convicção é de que atuando sobre o tripé, diminui-se o índice de mortos e feridos nas vias públicas. A Engenharia representa as obras e respectivos recursos para duplicações, ampliações, adequações, correções de pontos críticos, etc. O Esforço legal, ao contrário do E anterior, simboliza a confusão no Brasil. Abarca a legislação, fiscalização e respectivas punições. Na última perna do tripé prevalece a impunidade, apesar do clamor da opinião pública. Os assim chamados operadores do Direito perdem-se em doutrinárias divagações sobre crimes doloso (intencional) e culposo, sendo este a permissiva mãe dos condutores homicidas.

Já a Educação é o transporte para o futuro. Infelizmente, ainda muito distante. Boa parte dos estudiosos do trânsito acha que só nos resta este caminho. Sebastião Pires de Camargos compõe este coro de esforçados reformadores do comportamento humano. Radicado em Juiz de Fora e várias vezes premiado pelo Programa Volvo de Segurança do Trânsito, ele toca o seu Centro de Formação de Condutores, voltado para o profissional do volante. Tem visão abrangente, intitulada QTT (Qualidade Total no Trânsito), assentada em outro tripé: Segurança – “esta em primeiro lugar” –, Economia e Bom Atendimento ao cliente. Sebastião teve o honroso apelido de Tião Marcha-lenda, em 30 anos como motorista da Unida (de passageiros), de Juiz de Fora, quando passou a vida em ‘santa virgindade’. Não se envolveu em um único acidente nem levou qualquer multa.

Para ele, “todos os acidentes tem a ver com falha humana, o mesmo que desvio de comportamento”. Sua certeza aumentou quando decidiu participar do Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito. Ao buscar subsídios para o trabalho, o especialista em treinamento de motoristas ouviu de fontes oficiais que “90% dos acidentes decorrem do mau comportamento na via pública”. Como lembrou, um perito de Detran-MG foi “mais taxativo” ao lhe afirmar sem rodeios, que no balanço de suas perícias, “o motorista é visto como ‘uma desgraça”. Incluindo aí os amadores.

Pires ganhou o seu primeiro Prêmio Volvo e fez uma viagem à Suécia. Lá, esbaldou-se com mais pesquisas e contatou gente de toda ordem. “As informações explicaram as estatísticas oficiais do país, em matéria de acidentes: os índices eram muito baixos”, destaca Sebastião Pires. Em resumo, “o ordeiro comportamento dos suecos nas vias era fruto da educação”. E de tal se convenceu. Ao regressar, resolver montar o seu SAEP (Serviço de Assistência Educacional a Profissionais), logo conquistando a Figueiredo como um dos clientes. “Esse trabalho continuado dura mais de dez anos”, revela.

Passado esse tempo, Pires ousa tirar conclusões diretas:

— O caminhão é uma extensão do motorista. Quando entra no veículo, ele fica do tamanho deste. Adquire uma coragem que não tem fora.
Coragem aqui pode ser entendida como agressividade. “Para ganhar e manter anticorpos contra o mal”, os motoristas da Figueiredo passam 20 horas em sala de aula, a cada três meses. “Tem profissional que sentou aqui umas 20 vezes”, diz Pires, ao mesmo tempo que revela: “Alguns têm até raiva disso”. Mas, como rebate, “eu consigo levá-los para o lado bom da coisa”. O objetivo, na visão do especialista, é transformar o treinamento intensivo em cultura da Casa. Os temas dos cursos abrangem psicologia do trânsito e melhoria contínua. No primeiro, “cada dia mais informações, mais vídeos”, destaca.

Acidentes divulgados pelas TVs são gravados e analisado em sala. “Levando outros lados dos sinistros, como perdas de entes queridos, quase sempre jovens, além de traumas emocionais daí decorrentes”, explica Pires. Ele admite que se trata de uma “ambientação de choque”. Entre outros casos reais, ele conta o do velório de um pai, cujos quatro filhos morreram em acidentes de trânsito quando se deslocavam para lá:

— A mãe não sabia. Um caminhoneiro fechou o carro e matou os quatro. Aí eu paro o vídeo e desafio: tem de avisar a mãe. Como é que faz?, quero saber dos condutores.

Como visto, o eixo confesso do curso é “mexer com a família do cara”, reforça Pires.

O seu trabalho, porém, não se limita a isto. Na melhoria continua, o instrutor arma um paralelo entre o progressivo aporte de tecnologia oferecida pelos fabricantes de caminhões, enquanto “dentro da boleia não se vê o mesmo, em termos de qualificação profissional”, alerta. Responsabilidades civil e criminal também estão incluídas na grade do SAEP e servem para esclarecer o motorista sobre a Lei. “Tem gente que acha que se ele bater e matar os outros, a Figueiredo responde por tudo – o lado criminal de um sinistro, ainda não é ainda bem conhecido”, reprova Pires.

Em princípio, o instrutor se diz contra punições, em sua opinião, “um mal necessário”. Assim, ele prefere a educação, “embora se saiba que o que não vem pelo amor, vem pela dor”, comenta. “Como obrigação de governo, em tese, a Educação para o Trânsito existe”, admite Pires. Para ele, no entanto, os nossos professores da rede escolar “pouco entendem do assunto”. E se oferece: “Se me permitissem, ensinaria a todo professor e sou capaz de fazê-lo de graça –formar multiplicadores daquilo que faço”.

matéria tirada do site Carga Pesada:
http://www.cargapesada.com.br